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Carlão da DS fala sobre infância, família e carreira no futebol

Dirigente fez história no Sport Clube Atibaia e relembra sua trajetória em entrevista exclusiva ao Correio de Atibaia

O Correio de Atibaia traz aos leitores uma entrevista exclusiva, em parceria com a Slate Produtora, com um dos nome mais importantes do futebol de Atibaia na atualidade: Carlos Eduardo Gibim Bertolo, conhecido como Carlão da DS Sports. Nela, ele compartilha sua trajetória de vida, carreira no futebol e detalhes sobre seu projeto na cidade.

Carlão relembrou sua paixão desde a infância, culminando na realização de seu sonho de se tornar um atleta profissional com o apoio de sua família. Ele destacou suas raízes no futebol de Atibaia, sendo o primeiro goleiro do Esporte Clube Atibaia, em 2006, passando pelas categorias de base do Bragantino e até uma experiência no Japão. Aos 21-22 anos, Carlão fez a transição de jogador para treinador de goleiros após uma oportunidade na Coreia do Sul, encerrando sua carreira como atleta profissional. Abaixo alguns trechos da entrevista, que você pode assistir na íntegra, em nosso canal no Youtube.

Quem é o Carlão da DS?
Bom, sou Carlos, Carlos Eduardo Gibimbertolo, tenho 39 anos, nascido e criado em Atibaia. Cresci no bairro da Vila Rica, depois mudei para Pedra Grande, onde a gente tinha uma chácara, aos 13 anos. Lá fiquei até crescer e casar.

Infância
Na verdade, o futebol sempre esteve na minha vida, desde pequeno. Depois a gente mudou para o sítio. Brincando no sítio, tinha um campinho, lá na chácara em que a gente morava. Eu cresci jogando e, depois, essa diversão começou a virar um objetivo, um sonho de criança. E aí foi quando, a partir dos 12, 13 anos, eu já comecei a buscar algo mais profissional.

Sonho de infância
Como eu posso dizer, eu consegui realizar de alguma forma. Claro que a gente, vivendo do futebol profissional, não rompeu barreiras que todo mundo almeja, mas eu sou muito realizado em poder ter realizado o sonho de me tornar atleta profissional. Independente da divisão em que eu joguei, aonde eu joguei, isso foi o mais gratificante.

Apoio da família
Desde os 13 anos, meu pai, minha mãe, minha família me apoiou, levando para cima e para baixo e, a partir dos 15 anos, a gente já começou a levar isso mais sério. E aí foi embora, e tive uma carreira curta, mas muito feliz. Consegui deixar uma sementinha na história.

Japão
Foi uma experiência muito boa no Japão. Curta, mas muito boa. E acabou que, voltando pra cá – coincidiu com a nossa volta pra cá –, de alguns atletas da cidade conseguirem essa profissionalização do Atibaia. E aí, tanto eu quanto o Carlos Brigida, Thiago Brigida, entre outros atletas, a gente deu esse pontapé inicial como atletas da cidade, representando o clube da cidade num primeiro ano histórico.

Recordações da infância
Claro, claro, são as melhores lembranças. Eu comecei pequenininho no campo da Luanda, com o projeto do Telê, da Prefeitura de Itibaia. Depois, mais velho, eu estive no União do Portão, com o Renato, um pessoal fantástico lá. E na filiação, em 2005, 2006, do Esporte Clube Atibaia, eu tive a honra de ser o primeiro goleiro, fui o primeiro a tomar gol, o primeiro a pegar pênalti, enfim.

Veja na íntegra em nosso canal do Youtube. Siga o Correio de Atibaia nas redes sociais.