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A cidade está suja, a culpa é de quem?

Observatório da Cidade.

Em uma das principais avenidas da cidade, como no centro e em bairros periféricos, o amanhecer é lidar com lixo espalhado pelo chão, pelas calçadas e canteiros. Há quem diga que a culpa é dos coletores, da falta de cestos ou mesmo da educação dos moradores e frequentadores de cada região. De certo, a paisagem de uma Atibaia que vence a escuridão entrega uma manhã desoladora. Mas com solução.

Os coletores fazem sua parte no serviço. Talvez caibam ajustes de horários, maior frequência nas coletas, mas sobretudo, estrutura. Se para os moradores e frequentadores falta, algumas vezes, a disciplina de acondicionar o lixo da melhor forma, falta também em boa parte da cidade. Do eixo mais urbano e central aos locais mais residenciais falta: ou a legislação com cobrança, ou um local para descarte organizado e ideal dos resíduos.

A questão se mostra ainda mais complexa se observarmos os comércios, a maior parte deles, sobretudo na Al. Lucas Nogueira Garcez, não tem controle do descarte. Alguns possuem galões, cestos, mas a maior parte descarta em sacolas ao longo da via, todos os dias e nem sempre em sacos apropriados.

O que se vê de manhã é o resultado da falta de compreensão do espaço público. Lixo por todo lado e uma cidade semi-limpa ou semi-suja. Sempre longe do ideal, com muito a ser trabalhado e com pouco resultado prático, até então, nesse quesito. A limpeza e educação andam juntas. O resultado que queremos para uma Atibaia mais limpa também. Porém precisa de projeto, entendimento dos espaços e fiscalização.

Bruno Velasco

Empresário com experiência no Segmento de Franquias, 14 anos no Setor Imobiliário e Gestão de Clientes Corporativos há mais de 25 anos. Multiprofissional formado em Comunicação com habilitação em Jornalismo pela UVA – Universidade Veiga de Almeida (RJ), com experiência em palestras, documentário, fotografia, rádio e produção de conteúdo pela Agência ZeroUm, SP.