AtibaiaNotíciasServiços

Atibaia recebe mutirão “Meu Pai Tem Nome” para reconhecimento de paternidade

Atendimento acontece no Fundo Social de Solidariedade, com inscrições abertas até 30 de julho por meio de agendamento prévio

O mutirão “Meu Pai Tem Nome”, mobilização nacional voltada ao reconhecimento de paternidade, será realizado em Atibaia no dia 1º de agosto. A ação busca ampliar o acesso ao reconhecimento da filiação, promovendo o direito à identidade, à convivência familiar e ao vínculo legal entre pais e filhos. No município, a iniciativa é realizada pela Prefeitura de Atibaia, em parceria com a Defensoria Pública, como parte do projeto do Conselho Nacional das Defensoras e Defensores Públicos-Gerais (Condege).

O atendimento será realizado no Fundo Social de Solidariedade de Atibaia, localizado na Avenida São João, nº 613, Centro, das 9h às 13h. A participação será mediante agendamento prévio, com inscrições abertas até o dia 30 de julho, que devem ser realizadas pelo site da Defensoria Pública do Estado de São Paulo, por meio do link: https://www.defensoria.sp.def.br/atendimento/mutirao-nacional-de-reconhecimento-e-investigacao-de-paternidade-2026.

O reconhecimento formal assegura que haja, perante a lei, a relação jurídica entre o filho e seus responsáveis, um passo fundamental para o exercício de direitos como pensão alimentícia, guarda e convivência familiar.

Como funciona o atendimento

Durante o mutirão, a Defensoria promove o diálogo entre as partes envolvidas. A mãe e a pessoa indicada como pai são convidadas a comparecer para uma conversa mediada. Quando há concordância, é formalizado um acordo de reconhecimento de paternidade, que pode incluir também definições sobre pensão alimentícia, guarda e direito de convivência.

Caso existam dúvidas, poderá ser solicitado exame de DNA. Se o suposto pai não comparecer ou não aceitar realizar o exame, a Defensoria poderá ingressar com ação judicial de investigação de paternidade, que não possui prazo para ser iniciada.

Importância do reconhecimento

A Defensoria Pública destaca que o reconhecimento de paternidade, na maioria dos casos, não pode ser desfeito, trazendo mais segurança para a relação entre pais e filhos. A iniciativa é importante para garantir direitos e fortalecer os vínculos familiares.